MBA em Engenharia Logística
Área de conhecimento: Engenharia de Transportes
Forma de oferta: Presencial
JUSTIFICATIVA
O país vem enfrentando, nos últimos anos, dificuldades para aproveitar as oportunidades surgidas no mercado nacional e internacional. Essas dificuldades associam-se a diversos fatores, entre os quais se destacam a infraestrutura deficiente e/ou ausente, dificultando e encarecendo a distribuição de bens e serviços, relaciona-se ainda com a falta de profissionais qualificados em Logística que sejam capazes de traçar ações estratégicas de compras, armazenagem e distribuição de insumos.
Essa deficiência é apontada no país por diversas pesquisas realizadas, como em matéria publicada no Estadão em 14/09/2009, em que Paulo Fleury, presidente do ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, diz que o Brasil tem uma das piores infraestruturas logística dos BRICS – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China.
A área de logística é uma das poucas áreas em que a oferta de vagas é superior ao número de profissionais, isso por ser um curso pouco ofertado no país, assim falta mão de obra qualificada, principalmente em nível de especialização.
Os pontos de infraestrutura, somados ao fator qualificação de pessoas, deixam o país em situação de lentidão em operações logísticas, perdendo competitividade e deixando de gerar emprego na área e aproveitar melhor as oportunidades geradas pelo crescimento da economia mundial.
HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
A Universidade Paulista, UNIP, reconhecida pela Portaria nº 550/88, iniciou suas atividades em 09 de novembro de 1988. Foi constituída a partir do Instituto Unificado Paulista, IUP, do Instituto de Ensino de Engenharia Paulista, IEEP, e do Instituto de Odontologia Paulista, IOP; o primeiro destes, autorizado a funcionar em 1972, inicialmente com os cursos de Comunicação Social, Letras, Pedagogia e Psicologia.
Hoje, em razão do processo de evolução, a UNIP, por meio de uma proposta acadêmica moderna, vem expandindo suas atividades por diversos Campi, visando à preparação de recursos humanos altamente qualificados demandados pela política de desenvolvimento nacional.
A UNIP promove a formação atualizada dos alunos e sua capacitação para uma sociedade em mudança, por meio de um ensino de qualidade, tecnologicamente avançado e dirigido para o futuro, nas áreas das ciências humanas, sociais, exatas e da saúde. Sua finalidade maior é promover o desenvolvimento do potencial dos alunos, estabelecendo condições que possibilitem uma inserção ativa no mercado de trabalho e a solução criativa de problemas que a sociedade propõe.
A realidade brasileira, que merece especial atenção por parte da UNIP, faz com que também seja dada ênfase aos programas de estudos pós-graduados. Estes dedicam-se ao aperfeiçoamento do seu próprio corpo docente assim como ao atendimento às necessidades da comunidade em geral, já que, além de formar profissionais de todas as áreas, de desenvolver pesquisas que venham a gerar descobertas científicas e inovações tecnológicas, a UNIP propõe-se a saber cumprir as exigências apresentadas pelo mundo moderno.
Assim, a Universidade Paulista vem sendo reconhecida como um importante centro de produção de conhecimento e de sua difusão a um número maior de pessoas, através das atividades de ensino, pesquisa e extensão e pós¬-graduação.
OBJETIVOS DO CURSO
Os engenheiros de logística desenham processos de logística, tecnologia, e / ou infraestrutura para dar suporte ao gerenciamento de produtos eficiente e rentável, a partir de sua concepção na prancheta de desenho até a produção, distribuição e ciclo de vida útil. Desenvolve recomendações a respeito de assuntos como, por exemplo, o controle de tempo de atividades, local de operações e os fatores ambientais e humanos que afetam o desempenho da logística. Trabalha em conjunto com clientes, fornecedores de serviços de logística, gerentes de logística e outros membros da cadeia de suprimentos para desenvolver soluções inovadoras para problemas operacionais diários.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Compreender a importância da logística como serviço estratégico para qualquer organização;
• Identificar oportunidades de aplicação de técnicas gerenciais e quantitativas na gestão de sistemas logísticos;
• Coordenar equipes e recursos na gestão de atividades logísticas;
• Analisar e criticar a formação dos custos empresariais, através das diferentes formas de custeio de produto/serviço.
• Desenvolver projetos de controle de custos, visando a redução deste sem prejudicar o processo.
Nome da disciplina: Engenharia Logística
Ementa:
Cálculos matemáticos e estatísticos utilizados na logística. O processo de engenharia matemática na gestão de logística. Planejamento e controle dos dados que envolvem todas as fases da cadeia da logística. A lógica dentro do processo da gestão logística como agregadora de valor para as empresas e clientes.
� Cálculo de áreas, perímetro e volume.
� Cálculo de indicadores de gestão.
� Porcentagem.
� Sistema Internacional de medidas e conversões entre
� Sistema métrico decimal e o sistema inglês.
� Planilhas, tabelas e gráficos.
� Cálculo de fretes.
� Dados de distribuição de frequência.
� Medidas de tendência central e desvio padrão.
� Planilhas e gráficos.
� Cálculo de lotes mínimos de embalagens (ou lotes econômicos para efeitos de armazenagem e transporte).
� Leitura, interpretação e elaboração de tabelas demonstrativas.
� Cálculo de tempos e movimentos.
� Cálculo de capacidade de equipamentos.
Bibliografia Básica:
COSTAS, Eliezer Arantes. Gestão Estratégica. São Paulo: Saraiva, 2004. BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Logística Empresarial. Ed. Bookman, 2006. FLEMMING, D. M. Cálculo A. SP: Makron Books, 1992.
Nome da disciplina: Coaching em Logística Empresarial
Ementa:
Os diferentes modelos de Coaching, desdobramento de atitudes, habilidade e competências na Logística.
� O processo de coaching;
� Diferentes tipos de Coaching (executivo, pessoal, processo, etc.);
� O papel do Coach e o Coachee;
� Desafios para estabelecer um acordo de Coaching;
� Mapeamento de atitudes, habilidades e competências na Logística (Técnicas e Emocionais);
� Desdobrando as inteligências do profissional em metas e plano de ações para superação de carências e crescimento profissional e pessoal;
� Plano de Ações, possibilitando desta forma a concretização dos sonhos e desejos;
� Alinhando os objetivos pessoais e profissionais com os objetivos do negócio;
� 7 Passos para se implementar o processo de Coaching na Logística;
� Auto-avaliação (forças e fraquezas);
� Ferramentas básicas de Gerenciamento de projetos para alcançar as metas estabelecidas;
� Duração do processo e formas de interação entre Coach e Coachee;
� Abordagem "socrática" para influenciar atitudes e comportamentos;
� Planejamento do processo (exercício prático em sala de aula);
Bibliografia Básica /Complementar:
BURGOYNE, J. Aprendizagem Organizacional e Organização deAprendizagem. SP: Atlas, 2001.CONNOR, J. Treinando com a PNL. SP: Summus, 1996.NASCIMENTO, A.W.A. Treinamento e Desenvolvimento na CapacitaçãoProfissional. SP: Qualitymark, 2006.SWANSON, R. Aprendizagem de Resultados – Uma Abordagem Práticapara Aumentar a Efetividade da Educação Corporativa. SP: Campus, 2009.WHITMORE, J. Coaching para Performance. SP: Qualitymark.SENGE, P. A Quinta Disciplina. RJ:Best Seller,2005.ROBBINS, A. Poder sem Limites. RJ: Best Seller.WILLIAMS, R. Preciso saber se estou indo bem. RJ: Sextante, 2005.RICARDO, S. O Guardião do Cérebro. SP: Autor,2008.
Nome da disciplina: Logística, Distribuição e Trade Marketing
Ementa:
Suprimentos. Armazenagem. Modalidades de transporte. Logística de resposta de serviços (LRS). Supply Chain Management (SCM). Canais de distribuição. Características e funções. Estratégias de canais de distribuição. Trade Marketing. Modelos de atuação entre fabricantes e pontos de vendas. O conceito de marketing aplicado aos canais de vendas. A importância de Trade Marketing para as organizações.
1.1. Origem, histórico e desenvolvimento da Logística através dos tempos
1.2. Fundamentos de Logística Empresarial (até anos 1980)
1.3. Definições e conceitos
1.4. SCM – Supply Chain Management (anos 1990 até os dias atuais)
1.5. Definições e conceitos
1.6. Fluxo de Informação X Fluxo de Materiais/Produtos
1.7. Aplicações de TIC -Tecnologias de Informação e Comunicação
1.7.1. Código de barras, e-Tag, RFID, EDI
2.1. Fundamentos de Marketing
2.1.1. A essência (positiva) do Marketing
2.1.2. Mix (ou 4 P’s, ou composto) de Marketing
2.2. A relação entre Marketing, Logística e Atendimento
2.2.1. A logística do marketing
2.2.2. Serviço ao Cliente
Disponibilidade como característica intangível importante
3. LRS – Logística de Resposta de Serviços
3.1.1. Importância, relevância e representatividade dos serviços para a economia
3.1.2. Sociedades pré/industrial/pós
3.1.3. Marketing, Logística, Serviços e Canais de Distribuição
3.2. Produtos e Serviços
3.2.1. Conceitos, aproximações e distanciamentos
3.2.2. Marketing de Serviços
3.2.3. Classificações e Tipologia
1 Interface Log x Mkt = Serviço ao cliente
4.1.1. Modelo Arthur Hill / Coppead
4.1.2. Custo x nível de serviço
1 Indicadores de nível de serviço logístico
2 Definições de Canais de Distribuição e Trade Marketing
4.2.1. OTIF – On Time In Full
4.2.2. PO – Perfect Order (Pedido Perfeito)
4.2.3. SLA – Serviçe Level Agreement
5.1.1. Aproximações e distanciamentos entre as diversas definições dos teóricos
5.2. Por que existem os Canais de Distribuição?
5.2.1. Funções e relações nos Canais de Distribuição
5.3. Tipologia dos Canais de Distribuição e suas principais características
5.4. Canais de Distribuição e Trade Marketing
Bibliografia Básica
BALLOU (1993) Logística empresarial, cap. 5 CHRISTOPHER (2002) A logística do marketing, cap.1 CHRISTOPHER (1997) Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos,
pp. 110-114 DANTAS (2005) Marketing descomplicado, cap. 1, pp. 15-45 FITZSIMMONS & FITZSIMMONS (2000) Administração de serviços, cap. 1, pp.
27-34
Bibliografia Complementar
FITZSIMMONS & FITZSIMMONS (2000) Administração de serviços, cap. 2, pp. 42-43
MARTEL, VIEIRA (2008) Análise e projeto de redes logísticas, cap. 1, pp. 1-13.
NEVES (1999) Um modelo para planejamento de canais de distribuição no setor de alimentos, cap. 4, pp. 38-39
PORTER (2001) Vantagem competitiva, cap. 2
Nome da disciplina: Tecnologia da Informação Aplicada à Logística
Ementa:
Conhecer a interação entre Administração, Sistemas e Tecnologias da Informação. Ser capaz de solucionar problemas e sugerir melhorias para a área de Logística por meio da tecnologia e sistemas de informação. Ser capaz de utilizar softwares para Logística.
� Conceitos gerais (dados, conhecimento, Informação e processo).
� Fundamentos de Sistemas e Tecnologias de Informação – SI e TI.
� Gestão Estratégica da Informação.
� Sistemas de Negócios Aplicados à Logística: ERP, SAD, WMS, TMS, LIS, GIS dentre outros.
� Características, arquitetura e aspectos tecnológicos envolvidos no E-Commerce e E-Business.
� Tecnologia da Informação aplicado à Logística: Roteirizadores, GPR, EDI, ECR,.RFID, dentre outros.
� Inovações em tecnologia da Informação.
� Estudos de caso de aplicação de SI ou TI em Logística.
Bibliografia básica:
BANZATO, E. Tecnologia da Informação aplicada à Logistica. IMAM, 2005. BENTES, A. TI Update -A Tecnologia da Informação nas Grandes Empresas. Brasport, 2008. TURBAN, E; POTTER, R; RAINER JR, R K. Introdução a Sistemas de Informação.Campus, 2007.
Bibliografia Complementar:
MARAKAS, G M.; O´BRIEN, J A. Administraçao de Sistemas de Informaçao. Mcgraw Hill Brasil, 2007.
Nome da disciplina: Gestão em Projetos (PMI)
Ementa:
Os diferentes modelos de projetos, apresentação da ferramenta PMBOK
� Alinhamento estratégico de projetos;
� Portfólio de projetos;
� Modelo de melhoria e de mudanças organizacionais;
� Escritório de projetos e alternativas de estrutura;
� Modelos de maturidade;
� Competências em gestão de projetos;
� Práticas de Gerência apresentadas no PMBOK;
� Uso de Ferramentas de Planejamento e Acompanhamento de Projetos; �PMI
� Estudos de Casos
-CARVALHO, M. M.; RABECHINI JR., R. Construindo Competências para Gerenciar Projetos. São Paulo: Editora Atlas, 2007;
-GALBRAITH, Jay. Designing Organizations. Ed. Jossey-Bass, 1995;
-FRAME, Davidson. Managing Projects in Organizations: How to make the Best Use of Time, Techniques and People. Ed. Jossey Bass, 1995;
-CLELAND, David. System Analysis and Project Management. Ed.McGraw Hill, 1983.FIGUEIREDO, F. C. Dominando Gerenciamento de Projetos com MSProject 2000; Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2001.
Nome da disciplina: Criatividade, Inovação e Empreendedorismo
Apresentar as etapas do processo criativo e as técnicas utilizadas para organizar a solução criativa de problemas. Discutir o movimento do empreendedorismo no Brasil e no mundo e quais as características do comportamento empreendedor no sentido de viabilizar a inovação nas organizações.
Conteúdo Programático
1. Criatividade e Inovação
-Como as ideias são geradas – O processo Criativo;
-Fatores que facilitam e bloqueiam a geração de ideias Criativas no indivíduo e na organização; - Solução Criativa de problemas – Potencializando as oportunidades –
P.O.W.E.R e G.U.T;-Processos mentais associativos e inovação = Mapas Mentais;-Um ambiente inovador e a competitividade organizacional;-Criatividade e Inovação;
2. Empreendedorismo
-O empreendedor com ator social;-As competências específicas do empreendedor e o seu desenvolvimento;-A formação das elites empresariais no Brasil;-Comportamento Empreendedor e Inovador;
-Empresas inovadoras: Classificação das Empresas por estratégias competitivas; -Mudanças no comportamento empresarial nas últimas décadas. Novo Empreendedorismo no Brasil; Motivações e estratégias empresariais para inovar pós 1990; Avaliação do Empresariado sobre o papel do Estado no estimulo à inovação.-Ferramentas de Qualidade
Bibliografia Básica/Complementar:
ABRAMS, Rhonda. The successful business plan: secrets & strategies. PaloAlto: The Planning Shop, 2010.
ARBIX, Glauco. (2007). Inovar ou Inovar. A indústria Brasileira entre o passadoe o futuro. S Paulo: Editora Papagaio, SP.Brasília: IPEA. www.ipea.gov.brBESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e empreendedorismo. São Paulo: Artmed,2009.
CAVALEIRO, Jean Carlos. ARTICO, Jair Aparecido. ARTICO, Maria Goreti Lopes. Incubadoras: Competitividade nos fatores de seleção. Revista Unicsul,ano 11. Nº 14. Dez, 2006.
CÉSAR, Francisco I. Giocondo. Ferramentas Básicas da Qualidade. Instrumentos para Gerenciamento de processo e melhoria contínua. Biblioteca24horas. 1ª ed. 2011.
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2006.DE BONO, Edward. “O Pensamento Lateral”. Rio de Janeiro: Record-Nora Era,1995.HURSON, TIM. Pense melhor. Um guia pioneiro sobre o pensamento produtivo. São Paulo: DVS. 2009.DINIZ, E, BOSCHI, R. (2004). Empresários, interesses e mercado -Dilemas do desenvolvimento no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG; Rio de Janeiro:IUPERJ.DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. Rio de Janeiro: Sextante, 2008DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor: prática e princípios.Editora Pioneira -São Paulo, 1994.GERBER, M. E. O Mito do Empreendedor. São Paulo, Saraiva, 1990.HALLORAN, J. W. Por Que os Empreendedores Falham. São Paulo, Makron,1994.NEGRI, J. A. D. e M. S. Salerno. (2005) Inovações, Padrões Tecnológicos e desempenho das Firmas Industriais Brasileiras. Brasília: IPEA.www.ipea.gov.brNEGRI, J. A. D e Kubota. L. C. (2008) Políticas de Incentivo à Inovação Tecnológica no Brasil. PINSON, Linda. Anatomy of a business plan: the stop-by-step guide to buildinga business and securing your company’s future. Tustin: Out of your mind… andinto the mark, 2008.RESNIK, Paul. A Biblia da Pequena Empresa. São Paulo, Makron, 1991.SALIM, Cesar S.; SILVA, Nelson C. Introdução ao Empreendedorismo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.VON OECH, Roger. “Um Chute na Rotina”. São Paulo: Cultura, 1994.
Nome da disciplina: Controle e Análise de Custos Logísticos
Ementa:
Analisar e criticar a formação dos custos empresariais, através das diferentes formas de custeio de produto/serviço; Desenvolver projetos de controle de custos, visando a redução deste sem prejudicar o processo; Evidenciar gargalos de produção em relação aos gastos incorridos na alteração do volume produzido de produtos ou horas trabalhadas (serviço); Respaldar a capacidade de produção mínima para suprir os gastos empresariais, ponto de equilíbrio; Elaborar mapa de custos da cadeia Logística Mapear os processos e atividades que agregam valor ou não, podendo agregar valor de forma racionalizada; Elaborar custos baseados em atividades, proporcionando a tomada de decisão gerencial com fundamentos voltados ao produto e ao processo; Evidenciar pontos de melhoria de processos; Gerir os custos, de forma a transformá-los em diferencial competitivo.
� Conceitos, objetivos e evolução da logística
� Processos logísticos
o Logística de abastecimento (inbound logistics)
o Logística de planta, interna ou operativa
o Logística de distribuição (outbound logistics)
o Os processos logísticos na Empresa Lógica
� Vantagem competitiva e valor de logística
o Vantagem competitiva
o Cadeia de valor
o Valor para o cliente
o Valor para o acionista
� Logística integrada
o Nível de serviço
o Custo logístico total
� Decisões logística
� Conceitos inerentes à gestão dos custos logísticos
o Conceitos básicos
o Conceitos de custos aplicados à logística
� Custos de armazenagem e movimentação
� Custos de transportes
o Modo rodoviário
o Modo ferroviário
o Modo aeroviário
o Modo dutoviário
o Modo aquaviário
o Intermodalidade ou multimodalidade
� Custos de embalagens
� Custos de manutenção de inventário
o Custo de oportunidade dos estoques
o Custos de serviço de inventário (impostos e seguros)
o Custos de espaço para armazenagem (estocagem)
o Custos de riscos de estoques
o Custo total de manutenção de inventário
� Custos de tecnologia de informação (TI)
� Custos tributários
� Custos decorrentes de lotes
� Custos decorrentes de nível de serviço
� Custos associados aos processos logísticos
o Custos da logística de abastecimento
o Custos da logística de planta
o Custos da logística de distribuição
� Apuração do custo logístico total
� Cálculo do custo logístico total
� Modelo de hierarquia de custo total para competitividade na cadeia de suprimentos
Bibliografia
Faria, Ana Cristina. Costa, Fátima Gameiro. Gestão de Custos Logísticos: Custeio Baseado em Atividades (ABC). Balanced Scorecard (BSC). Valor Econômico Agregado (EVA). Editora Atlas. 2005.
COSTA, Rogério Guedes; OLIVEIRA, Luís Martins de; PEREZ JUNIOR, José Hernandez. Gestão Estratégica de Custos. 8. ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
COSTA, Reinaldo Pacheco da; SARAIVA , Abraão Freitas; SHIMADA, Helisson Akira. Preços, Orçamentos e Custos Industriais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
Nome da disciplina: Logística Ambiental
Visa capacitar o aluno através da criação de repertorio histórico e atualizado para o discernimento critico construtivo a respeito da complexidade que envolve o conceito sustentabilidade nas diferentes escalas e conjunturas sociais e empresariais. O comportamento humano – articulado -em meio às perspectivas que se abrem para o futuro, onde o desenvolvimento inteligente possa reduzir os impactos e promover a renovação dos recursos e insumos imprescindíveis a sociedade e as organizações.
Ementa
� Conceito
o Conceito de ambiente;
o Conceito de biodiversidade;
o Historia das intervenções humanas – tecnológicas -no ambiente;
o O impacto da revolução industrial – nas diversas fases ate a dimensão atual;
o Acontecimentos, protocolos, tratados e agendas. O conceito de sustentabilidade – macro e micro;
�Qualidade de Vida
o As organizações atuais em busca do tempo e dos recursos dispersos – ISO 14000;
o A busca do uso saudável dos recursos ambientais e a articulação da organização inserida na problemática ambiental;
o Perspectivas e práticas sustentáveis para a para o organização.
� Sustentabilidade e segurança em transportes. Pesquisa operacional aplicada à logística.
� Meio ambiente e competitividade.
� Canais de distribuição reversos. Cadeia de suprimento e de distribuição reversas.
� Oportunidades de negócios, processos distributivos da reciclagem.
Bibliografia Básica/Complementar:
Brasil. Constituição da Republica Federativa do Brasil – 1988. Brasília (DF):Senado Federal;1988.Brasil. Lei n. 9.795 de 27 de abri de 1999. Política Nacional de Educação ambiental. Diário oficial, 1999; (79):Brasília (DF). Lervolino AS. Escola promotora de saúde: um projeto de qualidade de vida. São Paulo; 2000. (Dissertação de Mestrado – Faculdade de Saúde Publica da USP).Marconi MA, Lakatos EM. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. Terceira edição. São Paulo: Atlas: 1996.
Oliveira, L. A. Cesário. Uma obra a ser realizada: a educação bio-socio-cultural através da arte da vida. São Paulo, 2008. (Dissertação de Mestrado – PGEHA –USP). Mc Cormick J. Rumo ao paraíso: a história do movimento ambientalista. Rio de Janeiro: Relume-Dumara; 1992.Pelicioni, MCF. Qualidade de vida das mulheres trabalhadoras das creches conveniadas do bairro da Bela Vista do Município de São Paulo. São Paulo:
Maria Cecília Focesi; Phillip Jr. Arlindo. Educação Ambiental e Sustentabilidade. São Paulo:
DONATO, Vitorio; Logística Verde: uma abordagem sócio-ambiental. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. ISBN 978-85-73937-05-3.
LEITE, Paulo Roberto -Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Prentice Hall, 2003. ISBN 978-85-87918-62-8.
RODRIGUE, Jean-Paul; SLACK, Brian; COMTOIS, Claude -Green logistics. In BREWER, Ann M.; BUTTON, Kenneth J.; HENSHER, David A. eds. -Handbook of logistics and supply-chain management. Oxford: Elsevier Science, 2001. ISBN 978¬0-08-043593-9.
ROGERS, Dale S.; TIBBEN-LEMBKE, Ronald S. -Going backwards: reverse logistics trends and practices. Ref.: Reverse Logistics Executive Council, 1998. [Consult. 2 Abr. 2008].Disponível em WWW: <URL:http://www.rlec.org/reverse.pdf>.
GREENPEACE -O que é produção limpa? São Paulo: Greenpeace Brasil, 1997.
Lambert, D.M., Cooper, M.C. (2000), "Issues in supply chain management", Industrial Marketing Management, Vol. 29 No.1, pp.65-83
Nome da disciplina: A engenharia do C.D.s
Ementa:
� Definição de C.Ds
� Funções básicas
� Estudo dos layouts dos principais C.D.s do Brasil.
� A estratégia de localização dos C.D.s. A viabilidade econômica das plantas dos C.D.s.
� A Tecnologia da Informação utilizada nos C.D. Os principais softwares, valores, custos e aplicação.
� Vantagens na adoção do CD no sistema logístico
� Utilização dos CDs nos diferentes segmentos
� Gestão de performance das operações de armazéns (produtividade de picking, conferência, carregamento, descarregamento de veículos, administração de tempos internos, dimensionamento e custeio de recursos).
� Gestão e acompanhamento do orçamento e indicadores da operação.
� Gestão de projetos da área (redução de despesas de armazenagem e movimentação de materiais).
Bibliografia Básica:
ALVES, Pedro L. (2000) -Implantação de tecnologias de automação de depósitos: um estudo de casos. Dissertação de Mestrado – Administração, Universidade Federal do Rio e Janeiro.
APTE, Uday M.; VISWANATHAN, S. (2000) -Effective cross docking for improving distribution efficiencies. International journal of logistics: research and applications, v. 3, n. 3.
BOWERSOX, Donald J. & CLOSS, David J. (2001) -Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 594p.
CALAZANS, Fabíola. (2001) -Centros de distribuição. Gazeta Mercantil: Agosto.
HABERKORN, Ernesto. Um bate papo sobre T.I. SP, Saraiva, 2009.
HONG, Yuh C. (1999) -Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supply chain. 1a ed. São Paulo: Atlas, 182p.
LACERDA, Leonardo (2000) -Armazenagem estratégica: analisando novos conceitos. Centro de Estudos em Logística (CEL), COPPEAD/UFRJ.
LAMBERT, Douglas M.; COOPER, Martha C.; PAGH, Janus D. (1998) -Supply chain management: implementation issues and research opportunities. International journal of logistics management, v. 9, n. 2.
LIMA, Maurício P. (2002) -Armazenagem: considerações sobre a atividade de picking. Centro de Estudos em Logística (CEL), COPPEAD/UFRJ.
MOURA, Reinaldo A. (1998) -Sistemas e técnicas de movimentação e armazenagem de materiais. 4ª ed. São Paulo: IMAM, 452 p. (Série manual de logística; v. 1)
PIZZOLATO, Nélio D.; PINHO, Alexandre R. (2003) -A regionalização dos centros de distribuição como solução logística. Tecnologística, Ano VIII, n. 87, fev. 2003.
POLAK, Peter. Projetos em Engenharia. São Paulo, Ed. Hemus, 2004
RODRIGUES, Alexandre M. (1999) -Estratégias de picking na armazenagem. Centro de Estudos em Logística (CEL), COPPEAD/UFRJ.
TOMPKINS, J. A. (1996) -Facilities planning. 2a ed. New York: John Wiley & Sons.
Nome da disciplina: Tecnologia dos Materiais
Ementa:
A disciplina tem por objetivo habilitar o discente no conhecimento dos tipos diversos de materiais, mostrando a composição, a forma de produção, identificação das características físico-químicas e mecânicas, uma vez as operações de movimentação e armazenagem são planejadas em consonância com esses atributos.
Conteúdo Programático
Classificação dos Materiais
Grupos de Materiais
Metais
Cerâmicos
Polímeros
Compósitos
Propriedades dos Materiais
Propriedades Mecânicas
Resistência mecânica
Elasticidade
Plasticidade
Maleabilidade
Ductilidade
Dureza
Fragilidade
Fluência
Resiliência
Tenacidade
Propriedades Tecnológicas
Fusibilidade
Soldabilidade
Temperabilidade
Usinabilidade
Fadiga
Propriedades Térmicas
Condutividade Térmica
Dilatação
Propriedades Elétricas
Condutividade elétrica
Propriedades Eletromagnéticas
Propriedades Físicas
Propriedades Químicas
Estrutura dos Materiais
Materiais Cristalinos
Materiais Amorfos
Materiais Metálicos
Estrutura Cristalina dos Metais
Bibliografia Básica/Complementar:
Hibbeler, R. C. Resistência dos Materiais. 7ª edição. Editora Pearson.2010.
Lucas F. M. da Silva; J. F. Silva Gomes. Introdução à Resistência dos Materiais. Editora: Publindústria. 2010.
Ferdinand P. Beer; E. Russell Johnston, Jr. Resistência dos Materiais. Editora Pearson. 1995.
Ferdinand P. Beer; E. Russel Johnston Jr.; John T. DeWolf; David F. Mazurek. Mecânica dos Materiais. Editora: Mcgraw Hill. 2011.
Nome da disciplina: Metodologia Científica
A disciplina tem por objetivo habilitar o discente na elaboração de projeto de pesquisa científica, por meio de uma reflexão sobre principais métodos e técnicas de construção acadêmica.
Conteúdo Programático
1. Conceitos
-O que é conhecimento científico? -A definição do tema da pesquisa e do objeto de estudo. As etapas do projeto de pesquisa: definição dos objetivos gerais e específicos. A formulação do problema de pesquisa. A elaboração da hipótese e justificativas do projeto. Definição da metodologia e referenciais bibliográficos.
2. Método de pesquisa: a abordagem qualitativa e quantitativa
-Característica de cada metodologia. Instrumentos para coleta de dados. Os principais métodos de análise da pesquisa qualitativa: estudo de caso, pesquisa-ação, pesquisa histórica e análise documental. O alcance e os instrumentos de coleta de dados da pesquisa quantitativa: entrevista e observação.
3. A normatização para entrega do projeto de pesquisa
-A estrutura dos elementos pré-textuais e textuais. -A normatização da apresentação da pesquisa
Bibliografia Básica/Complementar:
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977. ECO, Umberto. SOUZA, Gilson Cesar Cardoso de, Trad. Como se faz uma tese. 14 ed. São Paulo: Perspectiva, 1998.GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 1999.LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 3ª ed, 1991.NORMAS E TÉCNICAS, ASSOCIAÇÂO BRASILEIRA. Informação e documentação – referências - elaboração: NRB 6023.Rio de Janeiro: Técnica, 2002.SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 20ª. ed. São Paulo: Cortez, 1996.
PERÍODO E PERIODICIDADE
Período de 18 meses. Periodicidade: as aulas serão realizadas aos sábados, das 08h00 às 17h00.
INFRAESTRUTURA FÍSICA
Salas de aula equipadas com aparelhos multimídia, biblioteca, laboratório de informática, sala de professores e áreas de acessos especiais para pessoas com deficiência física.
LOCAL QUE SERÁ MINISTRADO O CURSO:
Campus Jundiaí
CRITÉRIO DE SELEÇÃO
Análise de currículo.
SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
Provas escritas e/ou trabalhos individuais ou em grupo. Ao final de cada disciplina e curso os alunos avaliam os professores, a coordenação do curso, o atendimento administrativo e as instalações físicas.
CONTROLE DE FREQUÊNCIA
Será obrigatória a frequência mínima de 75% das aulas em cada disciplina.
TRABALHO DE CONCLUSÃO
É exigência do curso a entrega de uma monografia com nota mínima para aprovação 7,0 (sete).
TRABALHO DE CONCLUSÃO
Indicação do tipo de trabalho, formação de banca examinadora e demais requisitos para a certificação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário